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OURIQ

Um diário trasladado

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04
Mai18

Silogismo do dia


Eremita

O PS deve muito a Ana Gomes.

O PS é importante para Portugal.

Logo, Portugal deve muito a Ana Gomes.

 

O Público fez um "mau trabalho" ao ignorar o tweet de Ana Gomes "O @psocialista não pode continuar a esconder a cabeça na carapaça da tartaruga. Próximo Congresso é oportunidade p/ escalpelizar como se prestou a ser instrumento de corruptos e criminosos. Pela renegeração do próprio PS, da Política e do País." Foi escrito na manhã de 21 de Abril e, à tarde, como se fosse possível haver alguma dúvida, o DN confirmava que Ana Gomes se referia a Pinho e a Sócrates. Só uma semana depois ouvimos Pedro Adão e Silva, Fernando Medina, Carlos César, João Galamba e o resto da rapaziada. O que custa mesmo é falar antes de todos os outros, quando ainda não se percebe o sentido da maré. Pelo exemplo prestado à República, o Ouriquense atribui a Ana Gomes o título de cidadã honorária da grande vila de Ourique e promoverá a inscrição do seu histórico tweet numa placa de mármore de Estremoz, que será possivelmente exibida em alguma ruela da aldeia das Alcarias, uma povoação de grande apetência por placas de mármore na via pública, para benefício da nossa memória colectiva e dinamização descentralizada do turismo no concelho de Ourique. 

 

3 comentários

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    Eremita

    04.05.18

    As tuas citações são um renovado mistério...

    Ouve o Bloco Central de hoje. O PAS estava algo inchado, mas ainda mais brilhante do que é costume. Porém, mantenho: ele perguntava até quando o PS iria ficar calado e eu pergunto a partir de que momento o PS devia ter quebrado o silêncio?
  • Sem imagem de perfil

    RFC

    04.05.18

    Eremita, qualquer dia eu irei a um workshop (ia dizer workshop de escrita criativa, mas travei a tempo!) para se dissecarem esses e outros mistérios (o que é engraçado porque, tendo sido subitamente apanhada uma ponta, não exactamente ao acaso, mas com uma ténue lógica de 1+1=1 ou 2 ou 3 dependendo do que se pretende alcançar, depois vai-se puxando o fio suavemente, e em doses diárias, e tudo parece que bate certo.

    Se calhar devem ter sido de cenas assim, sobre a vida e a morte dos bichos como nós e como os animais ferozes, que escreveram uns tipos que andaram aqui há uns anos largos a surfar as ondas das filosofias para, no fim, resumirem tudo ao eterno retorno.

    "Edward John Smith, melodias de sempre" (uma coisa que se deveria aprender, quando se é imberbe, é como nos conseguimos olhar se estamos, de alguma forma, envolvidos nos acontecimentos).

    Nota. Uma vez ouvi o Medeiros Ferreira a citar, num auditório pejado de militares da A25A, o que escreveu o Stendhal sobre os jovens tropas no campo de batalha como eles tinham sido e fiquei deslumbrado.

    _____

    Pedro Adão e Silva. Vou tentar ver, mas, a ser assim, essa performance poderá ter constituído um draft da sua crónica de amanhã, a do Expresso. -No Expresso Diário, entretanto, o Bernardo Ferrão escreveu, hoje, um bom artigo de opinião. A seguir, pelos vistos ainda se está a meio do,,, debate revolucionário em curso (DREC).

    Bom FDS, senhores/as.
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