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Um diário trasladado

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23
Jun19

MEC: um capital infinito de simpatia


Eremita

Screen Shot 2019-06-23 at 09.43.05.png

Já lhe aconteceu?
Já. Digo sempre que sim. São meus amigos.

Escreveu a dizer bem?
Sim. De coisas que são uma merda. Faço-o com toda a honra. Temos a ideia de que somos incorruptíveis, mas ou se é amigo ou não se é. “Ah dizes isso, porque é teu amigo.” Exacto. A reputação cai um bocadinho? Who cares? Entrevista no Público

 

Podemos perdoar aos outros o que nunca nos perdoaríamos mas fica sempre por explicar se o fazemos por bondade ou desinteresse. É muito menos dúbio admirar nos outros o que nunca nos perdoaríamos. Vou até ao ponto de uma admiraração a dois tempos, primeiro pela falha e depois pela sua revelação na entrevista, esquecendo a sua parte de traição. Il vaut mieux avoir tort avec MEC que raison avec João Pedro George. 

 

 

 

 

10 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    24.06.19

    Faço um elogio rasgado ao MEC, do título do post ao post propriamente dito. Deixo o link para a entrevista. Escolho a melhor foto. E a Bárbara ainda se queixa...
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    24.06.19

    Bárbara, 5 - Eremita, menos que zero.

    É leres, fica-te pelo lead (mas respira fundo).

    Entrevista | Diz que “não é preciso sair
    da Praia das Maçãs” para escrever.
    “Vê-se tudo daqui”, garante Miguel
    Esteves Cardoso. É de lá que escreve
    uma coluna diária no PÚBLICO que
    agora saiu em livro. Uma conversa
    sobre a angústia de escrever, as
    técnicas e os princípios da escrita do
    mais diletante intelectual português.

    Por Bárbara Reis texto Nuno Ferreira Santos fotografia, este é o dono do cliché.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    24.06.19

    Enfim, já não há lugar para emoções complexas no espaço público.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    25.06.19

    Bárbara, 10 - Eremita, zero (não dá uma para a caixa).

    Não e não, tanto no título do post como no post propriamente dito, hum?, fazes um característico movimento de apropinquamento em relação aos leitores do teu blogue. Ou seja, sinalizas com um diálogo merdoso que eles poderão achegar-se se se quiserem aventurar nas terras do inimigo mas, ai de quem o fizer!, que se amanhe pelo caminho que da trapalhada kitsch que escrevi antes, emoções complexas?, percebe-se nada (e assim acabas por os desviar do que é importante). Ora, a força da entrevista do MEC surge exactamente no sentido oposto.


    É simples, é leres apenas, como diz o outro.
  • Perfil Facebook

    Álvaro Macedo

    25.06.19

    É chato uma pessoa vir a terreiro defender o que ninguém atacou e comece logo por uma calinada: “isso trata-se de”? Isso é sujeito de trata-se? Tendo sido directora do Público, esperava-se ao menos mais gramática. Mas tal como as emoções complexas, também a gramática tem pouca tolerância no espaço público e do Público.
  • Sem imagem de perfil

    Bárbara Reis

    25.06.19

    Ah, é malta do Facebook (não, obrigado!).
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    25.06.19

    O espaço público está tão pejado de gente com conselhos edificantes e ânsias de pontuação que a discussão, como dizê-lo?, não é que seja impraticável, é apenas tristemente fastidiosa (ou, por outras palavras, não, obrigado!).

    Não obstante, é irresistível: fala-se em pormenores escatológicos a propósito da passagem citada, alerta-se para o carácter de excelência da entrevista (se não estivesse escrito, também não acreditava), e titula-se a mesma com “Sou extremamente inteligente, tenho um grande sentido de humor e escrevo muito bem”? Que é feito do “melhor do muito bom” (assim, tal e qual)?

    Um leitor (que promete ser mais criterioso em comentários futuros)
  • Sem imagem de perfil

    Bárbara Reis

    25.06.19

    Onde se lê:
    «do melhor do muito bom que está nesta entrevista do MEC (excelente!).»

    Deve ler-se (crianças, adolescentes e alguns adultos):
    «do melhor do muito bom (excelente!)», sim?, está visto que não percebeste nada do MEC.

    «Um leitor (que promete ser mais criterioso em posts futuros)», registo,
    eu cá estarei no Público mas parece-me que fazes bem, Eremita.

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    25.06.19

    O reparo a crianças, adolescentes e alguns adultos, sendo absolutamente descartável e, aliás, razoavelmente ininteligível, descarto-o com naturalidade.

    O equívoco de identidades, deixo-o ao Eremita; se entender, que o dissipe.

    A citação vergada à conveniência de quem a exibe, enfim, que dizer? Um acólito em cima pregava: “É simples, é ler apenas (…)”.

    De resto, se dúvidas houvesse, este último comentário elimina-as: não podemos, de maneira nenhuma, estar perante uma antiga directora de um jornal de referência.

    Pois não?

    Um leitor (com comprovada dificuldade em cumprir promessas)
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