Macron, evidentemente
Eremita
Apesar da pertinência eterna de um sketch dos Monty Python, nem sempre a esquerda se divide por causa de questiúnculas. No confronto de ideias entre Rui Tavares e Daniel Oliveira, só é possível estar com o primeiro. A diatribe de Daniel Oliveira contra o voto útil, no último Eixo do Mal, que talvez se possa atribuir a um efeito secundário da Geringonça, não é para levar a sério, nomeadamente para quem ainda leva o Daniel Oliveira a sério. De resto, tirando o ocasional voto em branco, não houve uma eleição em que eu não tivesse recorrido ao voto útil, pois o candidato que idealizei nunca foi a votos e tive de me conformar com a oferta. Sim, Macron é um banqueiro, mas pelo menos toca piano.
