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Um diário trasladado

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05
Mar17

João Barrento versus Alberto Velho Nogueira


Eremita

Maria Gabriela Llansol actuou com uma linguagem que se aproxima da escrita alucidada mas que se reconduz a uma autoridade profética de quem tem uma capacidade única e demiurga para ler o que os místicos traçaram, numa espécie de linha sensível destinal que a levaria, mais tarde, a ser lida e compreendida. A crítica e os pares juntaram-se para a festividade de uma escritora - e aqui as comparações apareceram: "muito maior" do que Pessoa, afirmava Hélia Correia - que, apesar da demonstração de humildade conventual da sua escrita incólume e sem pecado, atingiu as esferas onde o elogio permanente, definitivo, obrigatório e sem excepção domina. Criou uma áurea ilimitada que garante aos admiradores leitores que a literatura dita portuguesa tem uma escritora "superior a Pessoa". A festividade faz esquecer a análise da literatura da escritora que se instalou num nível intocável. Alberto Velho Nogueira

 

João Barrento, no seu livro A Chama e as Cinzas, e Alberto Velho Nogueira, no blog Homem à Janela, analisam de forma distinta a produção romanesca lusitana das últimas décadas do século XX. Lê-los praticamente ao mesmo tempo, num exercício de leitura comparada, é uma fonte de prazer, mesmo considerando as dificuldades conceptuais e até oculares colocadas pela escrita de AVN, densa e de mancha compacta em fundo escuro. Não desistam à primeira.

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