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Ouriquense

26
Mai18

Escolher Woody Allen

Eremita

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Meanwhile, though, my father continues to face wave after wave of unfair and unrelenting attacks from my mother and her surrogates, questioning why he has been “given a pass” all these years. But Woody was not given a pass. Quite the opposite. Mia’s accusation was fully investigated by two separate agencies and charges were never brought. Mia reached the end of the legal runway after it was determined that the abuse never occurred. But trial by media thrives on the lack of long-term memory and Twitter requires neither knowledge nor restraint. Moses Farrow (filho adoptivo de Mia Farrow e Woody Allen)

 

Segundo uma escola de pensamento lusitana, mesmo tendo este caso já sido apreciado pelas autoridades, não podemos tomar partido por Woody Allen ou Mia Farrow, pois existem testemunhos contraditórios e só os envolvidos terão certezas. Resta-nos apenas escutar os intervenientes nesta disputa familiar em que Mia Farrow e dois dos seus filhos, incluindo Dylan Farrow (a vítima), acusam Allen de ter abusado sexualmente da filha adoptiva de 7 anos, o que Allen e Moses negam. Esta espécie de suspensão judicial da nossa opinião teria por objectivo evitar dar eco à calúnia, mas o seu efeito é contraproducente, porque ao nos impedir de usar o bom senso, a verosimilhança e a noção de probabilidade para organizar a realidade, cria as condições perfeitas para que os caluniadores vençam. O movimento MeToo# não trouxe dados novos que esclareçam se Allen fez aquilo de que é acusado, mas reforçou as certezas de quem dele desconfia. Naturalmente, os formalistas condenam também esta precipitação, mas o seu pudor condena-os à irrelevância pois ninguém os ouve.

 

Por vezes é preciso tomar partido mesmo quando não há certezas. Perante aquilo que é público, creio que o mais provável é Mia Farrow e Dylan Farrow estarem a mentir, por muito que esta opinião vá contra o ar do tempo. Quem quiser debater o problema deve começar por ler o texto de Moses Farrow. 

 

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