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OURIQ

Um diário trasladado

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24
Abr18

Em cada esquina um amigo, em cada rosto um polígrafo


Eremita

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Incal Volume 1 Jodorowsky Moebius

 

O trabalho da SIC teve, pois, o mérito de unir todas as pontas, de uma forma muito compreensível para o grande público. Mais: a voz e postura corporal dos arguidos são elementos fundamentais para a formação de uma convicção. João Miguel Tavares, Público

 

Não há em Portugal expressão mais violentada do que "o interesse público", com as possíveis excepções que são o "interesse superior da criança" (ou a versão mais cagona: "superior interesse da criança") e o "grande público". Além da ficção distópica, há literatura sobre a relevância da postural corporal dos arguidos para a qualidade de uma condenação judicial? Ah, "ética republicana" também surge com frequênca, mesmo quando o problema é de falta de "pudor republicano". 

2 comentários

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    RFC

    24.04.18

    Lucas Galuxo, umas férias num hospício e que tal?

    _____

    «A presidente do Conselho de Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas, São José Almeida, defende que as reportagens que revelaram na passada semana imagens dos interrogatórios a José Sócrates e a outros arguidos e testemunhas no processo Marquês, e dos inquéritos do universo GES, são “legítimas” do ponto de vista jornalístico.

    “As gravações [dos interrogatórios] são oficiais e chegaram à mão dos jornalistas. Ainda que haja aspectos que possam suscitar dúvidas por assumirem contornos que raiam o voyeurismo, é inegável que as reportagens divulgaram aspectos do processo de relevante interesse público e são, por isso, legítimas”, afirmou a também jornalista do PÚBLICO, sobre as imagens divulgadas pela SIC, primeiro, e depois pela CMTV.

    São José Almeida frisa que toma esta posição como “presidente do CD, mas a título pessoal”, justificando que o CD não tomou posição sobre esta matéria “porque não foi a primeira vez que esta situação aconteceu”. A jornalista lembra o caso das audições no processo dos Vistos Gold, em que foram mostradas pela CMTV imagens das audições a Miguel Macedo, ex-ministro da Administração Interna, e de Manuel Palos, ex-director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

    “É importante que este debate se faça, mas a obrigação e o compromisso dos jornalistas é com o público e com a sociedade. E têm o dever de revelar informações verídicas como as que foram mostradas”, acrescenta a presidente do CD.

    São José Almeida defende ainda que informações como as que foram divulgadas são “de relevante interesse público”. “No cumprimento da sua obrigação e compromisso com a sociedade o dever de informar sobrepõem-se sempre para os jornalistas aos direitos de imagem e até a leis como a do segredo de justiça, que nem é o caso nesta situação”, afirmou.»

    [...]

    No P. online, hoje.

    Nota, um. Mas o ponto essencial, o tal ponto G de que o Lucas já terá ouvido falar, tem sido incompreensivelmente esquecido pela comunicação social portuguesa, outros bandidos!, e que se baseia numa jogada que nem se percebe se é de desespero ou de parvoíce mas que, objectivamente, se enquadra ainda na estratégia à balda com que a firma Araújo, Delille & C.ª, Limitada têm brindado os portugueses, outros bandidos e do piorio!, e que passa por abandalhar todos os prazos da Operação Marquês enquanto há uns passarinhos ou patrulheiros, como tu, que prosseguem freneticamente nas caixas de comentários dos jornais, dos blogues, do Twitter e doutros lugares do estilo.

    E este abanalhamento é, rufem os tambores!!, é-é-é que a defesa de José Sócrates invocou recentemente junto do Tribunal da Relação de Lisboa a nulidade das escutas porque «infetadas por vírus maliciosos e são de todo inaudíveis e imprestáveis», sublinhado!

    A sério, pazinho?

    «José Sócrates requereu esta quinta-feira no Tribunal Central de Instrução Criminal a “arguição de nulidade de todas as escutas telefónicas realizadas e juntas ao inquérito da chamada “operação marquês”, afirma Pedro Delille num comunicado enviado para as redações. O advogado alega no requerimento enviado para o juiz Carlos Alexandre que as escutas “estão infetadas por vírus maliciosos e são de todo inaudíveis e imprestáveis para os efeitos processuais pertinentes”. Isto porque, alega a defesa do ex-primeiro-ministro, “não permitem a identificação dos intervenientes nas conversas escutadas, nem a data, hora ou local em que terão ocorrido”.

    Pedro Delille diz ainda que as intercepções telefónicas realizadas pela Polícia Judiciária a pedido do Ministério Público e com a autorização do Tribunal Central de Instrução Criminal “estão gravadas em ficheiros áudio .wav” que, de acordo com o comunicado do causíd[ic]o “não são ficheiros protegidos, podendo ser ou estar manipulados”.»

    [...]

    No Observador que surgiu no Google, para a tua digestão ser mais fácil.

    Nota, dois com um conselho. Entretanto, Lucas Galuxo, dormita um pouco esses miolos.
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