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Um diário trasladado

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31
Jul18

De novo a questão racial


Vasco M. Barreto

A convite de António Guerreiro, escrevi recentemente um artigo para a Electra, que deve aparecer no próximo número (o terceiro) da revista. O artigo é um desenvolvimento de uma questão sobre ciência e ética que trouxe para o Ouriquense e centra-se nas diferenças no Q.I. médio de brancos e negros norte-americanos. Obviamente, as questões raciais não se esgotam neste tópico e quem se interessa pelo assunto deve apreciar esta nova conversa de Sam Harris, desta vez com Coleman Hughes,  um brilhante jovem de 22 anos que tem vindo a ganhar protagonismo desde que começou a publicar na Quillette artigos sobre questões raciais. A tensão mais interessante que este assunto gera é entre os intelectuais negros que play the race card (Ta-Nehisi CoatesMichael Eric Dyson, Cornell West...), muito apreciados pela esquerda norte-americana, e os intelectuais que irritam a esquerda por não estarem dispostos  a usar a herança da escravatura e o racismo vigente como explicações eternas para as estatísticas mais negativas das comunidades negras norte-americanas (Coleman Hughes, Glenn Loury e John Mcwhorter, Thomas Sowell...). Boa escuta e boas leituras.

3 comentários

  • O post e os links não são sobre o Q.I. O que dizes sobre os judeus asquenazes é verdade.

    Como estou um pouco saturado das discussões sobre o Q.I., mais pelo que li do que propriamente por ter discutido o tema, não vou tentar mostrar que relevância tem para o racismo, mas basta leres qualquer coisa sobre a história do Q.I. ou sobre a polémica que o livro The Bell Curve desencadeou nos anos noventa. Essa caricatura que apresentas não capta o que está em jogo e vai contra a evidência de que esta discussão interessa e muito a muita gente.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    03.08.18

    OK!
    A partir do link estive a ler um post teu com os comentários sobre raças e QI.
    Primeiro pareceu-me que o Lowlander quis matar o conceito de raça o que seria uma excelente ideia. Existirão apenas "clusters genéticos, com repercussões fenotípicas". Mas, a linguagem corrente não funciona assim. São alguns desses clusters identificados com diferenças na cor da pele e mais alguns traços do rosto a que chamamos raças.
    Mas, por mais que discutamos as diferenças entre esses "clusters genéticos" regressamos sempre à ética. São seres humanos ou não são? Claro que são. A partir daí os avanços científicos nesta área, para os quais não vejo objecção - até porque não serviria para nada e costumo ser pragmático (o mal combate-se conforme vai aparecendo e não é possível impedir que ele apareça), não validam nem invalidam as minhas duas mexerucas linhas de raciocínio que apresentei no meu posto anterior. Acho que a atitude séria e consistente será nunca discutir com racistas as diferenças de "raças" de um ponto de vista científico.
    ZD
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