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OURIQ

Um diário trasladado

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26
Abr18

Ciência e Ética (cont.)


Eremita

A discussão continua: 

 

At a time in America when white supremacists openly march in cities, perhaps it’s inevitable that any writing invoking notions of genetic variation is going to stoke fiery political debate. But for all the turmoil surrounding Reich’s op-ed, the actual science in it is remarkably uncontroversial. Reich describes race’s complex relationship to ancestry in a way that geneticists—myself included—widely agree upon. Where the op-ed gets into trouble speaks to a broader danger in genetics, one that makes the field particularly susceptible to being exploited for political and pseudoscientific ends: poor communication.

Race is a concept defined by society, not by genes. It’s true that people around the world differ genetically due to their ancestry, and that people’s racial identity may be statistically correlated with their ancestry, albeit unreliably. But “race” does not mean “ancestry,” and it’s a loaded term for scientific outreach: Biological races are not a current scientific concept and often reinforce historical biases. Ian Holmes, The Atlantic

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Lowlander

    27.04.18

    Acerca da inteligencia artificial, ouvi um podcast bastante interessante a uns tempos, BBC radio 4. Nao me lembro do entrevistado.
    Enfim, o argumento dele era que o debate que vai ter de travar acerca de como criar a IA tem de se centrar em acima de tudo alinhar os interesses da futura IA com os nossos por forma a evitar esses cenarios mais distopicos no futuro.
    Ele da como dado adquirido que a IA sera mais forte, poderosa, inteligente, versatil etc e tal do que os Humanos alguma vez serao mas diz que isso nao e necessariamente mau, desde que, a IA tenha interesses alinhados com os nossos.
    E depois ilustrou com o interessante exemplo da infancia de qualquer Humano, ou seja, todos nos ja estivemos uma importante parte das nossas vidas subjugados a entidades inteligentes exteriores muitissimo mais fortes e inteligentes que nos: os nossos pais. Mas regra geral a coisa corre bem porque o interesse dos nossos pais esta alinhado com o nosso. Sao os tristes casos em que esses interesses nao estao alinhados que geram as tristes parangonas que as vezes se vem nos jornais tabloides.
    Achei muito interessante a ideia.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo

    28.04.18

    O argumento é interessante e mais do que isso elegante mas temo que as condições em que se da um acordo (?)entre partes que não estão em igualdade seja sempre tingido pelo mais forte. Lembro que o nosso entendimento quando escravizámamos ou colonizávamos era muitas vezes o de que cuidávamos do bem do outro assim como se cuida de uma criança que não pode cuidar de si.
    Nelson
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