Calma. Eu continuo!
Eremita
[paráfrase de uma declaração fresquíssima de Bruno de Carvalho]
Por muito que me queira afastar, não consigo! Bem sei o que escrevi no último post, precipitado, ansioso, stressado... que não iria escrever até Setembro, mas NÃO consigo!!! Amo-te, Ouriquense, meu Ouriquense querido, e quero continuar a acreditar num Ouriquense que sobreviva aos Viscondes que nos tentam dominar, com eles e os seus lacaios remetidos ao seu lugar: calados!!! Eu bem queria mas não consigo. Até que os leitores me abandonem em definitivo, eu quero acreditar que há um Ouriquense que resiste aos Viscondes, a todas as eminências pardas que nos tentam impor uma existência indiferenciada, sem chama, que se extingue na consumação da vidinha, dos impostos, das contas por pagar, das pressões para uma - ah! - carreira que não chega a ser profissão nem sequer um emprego, quanto mais uma vocação, das obrigações inadiáveis de quem passa aos filhos o fardo da existência sem nada criar, como o tal cadáver adiado que procria. Não! Perdoem-me as violações ao livro de estilo do Ouriquense, perdoem-me as tríades de pontos de exclamações, perdoem-me a precipitação. Nós somos o Ouriquense, um blog modesto do interior, popular, não de Lisboa, nem de Cascais, nem de semi-ricos! Eu posso perder, mas não vou desistir! Citando um ouriquense honorário: eu estou aqui. Resistiremos. Os Viscondes que se cuidem.
