Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
Quinta-feira, 02 de Fevereiro, 2017

Comprei a 3ª edição (primeira edição das Quasi), de 2007; a primeira edição é de 1942 (o livrinho verde). Considerado o único romance do surrealismo lusitano e até uma obra-prima, foi desprezado por Mário Cesariny e Pedro Oom, que caracterizaram o "Surrealismo minhoto" de António Pedro como uma  "pacoviada" [1]. O prefácio do autor e a dedicatória a Aquilino Ribeiro estão cheias de maneirismos, mas a leitura do primeiro capítulo foi a primeira experiência de leitor gratificante em 2017. É bem possível que uma escrita económica de enorme poder imagético seja o veículo ideal para o absurdo. 

 

ApenasNarrativa.JPG

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PS: Esta entrada foi escrita com os os pés ontem à noite e corrigida hoje de manhã. Na verdade, este é um padrão recorrente no Ouriquense.

 

 

 

 



Eremita às 22:35
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