Sexta-feira, 10 de Março de 2017
Sexta-feira, 10 de Março, 2017

Continuo com os Karamásov, rigorosamente 20 minutos por dia, à sombra do plátano. Podemos concluir que Dostoiévski deu-me a volta, muito à custa dos excelentes diálogos que marcam o último terço do livro, tão bons que compensaram até a desilusão que foi dar com um Ivan fraco de espírito, quando esperava uma personagem com o carisma do niilista Bazarov (deve faltar um acento) de Pais de Filhos. Imagino já a ressaca que experimentarei quando terminar este livro, embora o protocolo seja óbvio: iniciar a leitura de uma novela a poucas páginas do fim de um romance longo.



Eremita às 09:00
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